Um espaço para tratar das coisas do dia-a-dia, casos engraçados, moda, beleza, opinião e atualidades.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Essas crianças!
A moça que me ajuda lá em casa, a Sônia, tem um filhinho de seis anos, o Guilherme, que é uma figurinha divertida. Outro dia, ela me pediu um adiantamento. "Sabe o que é, Jane, vou levar o Leandro ao Petencostes e ele já me avisou: eu vou rezar, mas não passo fome!". Na semana passada, soube outra dele. Parece que o pai tem o hábito de se depilar todo. Um parêntesis: parece que isso virou moda. Outro dia conheci um rapaz que também se depilava todo e nem era nadador! Não imaginava que tinha moda até prá isso. Eu cresci achando homem peludo o máximo da masculinidade. Enfim... Bem, a Sônia saiu para cuidar do jardim e deixou o filho aos cuidados do pai. Ao voltar, pergunta ao menino: cadê seu pai? O garoto imediatamente se levantou, e com uma expressão prá lá de marota, disse meu pai está se depilando! E a seguir, passou a rebolar prá lá e prá cá, fazendo a mímica da depilação: zuumm....zuumm...zuumm. Lá do banheiro, o pai, ouvindo aquilo, só pôde ameaçar: ah, menino, que eu te pego!!!!
terça-feira, 11 de maio de 2010
A marvada carne
Dia das mães, uma preguiça incrível.... Bem, eu sou o recheio do sanduíche. Não aquele da propaganda de biscoito salgado ( o cara tem direito a tudo depois que vira o recheio entre duas loironas), mas um recheio espremido entre mãe e filho. Devo satisfazer meu filho - está cansado de ficar em casa, pobrezinho - e minha mãe - passar o dia com ela, lógico!!!!!!!!
Eu mesma queria só ficar bem quietinha dentro de casa, mas... o que fazer, né?
Então, depois de tomar muuuuita coragem, saí para comprar os acepipes para a comemoração. Uma massa bem gostosa e uma carne especial grelhada. Um quilo e meio. Para três pessoas. Minha mãe me assegurou que essa quantidade acabava num instante lá em casa. Mesmo discordando, resolvi não discutir, afinal era Dia das Mães e eu tenho fama de pão dura.
Uma hora e muitos pacotes depois, chego na casa da minha mãe, e meu filho pergunta: uai, mãe, cadê a carne? Em um milagre da subtração, a carne tinha desaparecido! De maneira alguma eu poderia encarar a fera e dizer que eu tinha perdido a carne... O jeito era voltar e ver se eu encontrava ou encomendava outra.
Furiosa comigo mesma, voltei à loja, com uma suspeita atroz começando a se formar no mais íntimo do meu ser.
E até agora, quando me lembro, ainda me dá um suspiro de asco ou de dor... No meio do caminho, estatelada, arrebentada, destruída, estava a minha carne, que escorregou do teto do carro, onde eu imperdoavelmente a deixei....
Eu mesma queria só ficar bem quietinha dentro de casa, mas... o que fazer, né?
Então, depois de tomar muuuuita coragem, saí para comprar os acepipes para a comemoração. Uma massa bem gostosa e uma carne especial grelhada. Um quilo e meio. Para três pessoas. Minha mãe me assegurou que essa quantidade acabava num instante lá em casa. Mesmo discordando, resolvi não discutir, afinal era Dia das Mães e eu tenho fama de pão dura.
Uma hora e muitos pacotes depois, chego na casa da minha mãe, e meu filho pergunta: uai, mãe, cadê a carne? Em um milagre da subtração, a carne tinha desaparecido! De maneira alguma eu poderia encarar a fera e dizer que eu tinha perdido a carne... O jeito era voltar e ver se eu encontrava ou encomendava outra.
Furiosa comigo mesma, voltei à loja, com uma suspeita atroz começando a se formar no mais íntimo do meu ser.
E até agora, quando me lembro, ainda me dá um suspiro de asco ou de dor... No meio do caminho, estatelada, arrebentada, destruída, estava a minha carne, que escorregou do teto do carro, onde eu imperdoavelmente a deixei....
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Organização
Pessoal, achei um curso online sobre organização que gostei muito. Ele mandam emails com dicas e (é claro, tentam vender livros com o peixe deles). Eu traduzi (e resumi) o primeiro que recebi que repasso a vocês. Gostei muito.
Regra de Organização da Casa No. 1
"Toque apenas uma vez!"
Deixar para depois é uma forma de procrastinação e causa acúmulo de bagunça.
Por exemplo:
A xícara de café vai diretamente para a lavadora de pratos, não na pia
A correspondência que chega na casa deve ser tratada imediatamente.
O sapato deve ir para a sapateira, não para o chão da sala ou do quarto.
A roupa deve ir para o armário, para o cesto de roupa suja ou de passar, não para a cama ou para o sofá.
Regra de Organização da Casa No. 2
Mantenha juntas as coisas que fazem parte de um grupo.
Lembre-se das lojas de roupas. Tudo é agrupado por tipo, forma e tamanho das roupas, de maneira a facilitar encontrar as coisas rapidamente.
Exemplos:
Camisetas com camisetas, brincos com brincos.
Uma caixa para detergentes, uma caixa para produtos para lavar roupas.
* Dedique um espaço específico para tudo o que você possui.
Regra de Organização da Casa No. 3
Organize uma coisa ou espaço ou sala de cada vez
Trabalhe em um espaço de cada vez em pequenos incrementos, e tente e façaisso a cada dia, até que o espaço esteja arrumado. Então vá para o próximo espaço.
Pode ser 15 ou 20 minutos todo dia, mas a chave para manter tudo organizado todo dia é ser consistente. Se você faz muito de uma vez, você se sentirá sobrecarregado e irá desistir – o que é a última coisa que deve fazer.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Viagem Insólita
Na semana passada fui ao Rio de Janeiro. Não queria ir, estava meio deprê, com um pouco de medo, por causa da enchente recém acontecida na cidade. Mas, trabalho é trabalho, e lá fui eu.
Passagem e hotel reservados na última hora, é claro. E em questão de hotel, eu estava indignada. Como os hotéis são caros no Rio!!!! Os hotéis de R$ 200,00 tem avaliação péssima pelos hóspedes na internet... Pronto! Estava decidido. Eu iria ficar em um albergue. Se era para ficar mal acomodada, pelo menos eu iria pagar pouco. Escolhi um albergue em Copacabana, com banheiro privativo.
Reservei um vôo que descia no Galeão, pois não estava disposta a ver meu avião escorregar nas areias trazidas por um tsunami lá no Santos Dumont. Arriscando desagradar à minha chefe, marquei o vôo para as 3 da tarde. Como sempre, cheguei esbaforida e em cima da hora, só para descobrir que meu vôo estava mais de uma hora atrasado. E mais, cinco colegas do trabalho (incluindo o vice-presidente) iriam viajar no mesmo vôo. Humm, má sorte.... Já via as manchetes: "Seis funcionários da mesma empresa morrem em acidente da GOL no Galeão."
Surpreendentemente, chegamos bem. Assim, três de nós dividimos um táxi até Copacabana, onde tive que aguentar a incredulidade de meus colegas quando viram onde eu iria me hospedar. Dei de ombros, pois já me hospedara em albergues em São Paulo e tinha sido uma ótima experiência. Bem, quando fui apresentada ao meu quarto, que tinha o pomposo título de Quarto MARROM, fiquei tonta com o cheiro do mofo, e quase perguntei quem tinha roubado as janelas, mas a educação não me permitiu.
Bem, uma hora depois já havia encontrado um quarto disponível em um hotel em Copacabana e fui direto ao Rio Sul onde fui brindada com um encontro inesperado com o Maurício Mattar. Que lindinho!!!!! Só não gostei da loura que estava com ele.
Às 11 da noite me dirigi ao hotel, o Copacabana Mar. Ao adentrar o lobby, percebi que havia algo diferente: haviam trocado a placa com os preços das diárias de lugar. Ué, e elas tinham dobrado de preço ?!? Ai, meu Deus, eu estava no hotel errado!!! Mas eu tinha certeza do nome do hotel: Cobacabana MAR. Imediatamente comecei uma tremenda dor de estômago. Minha sorte foram os recepcionistas do hotel que foram super solícitos e que ligaram para todos os hotéis que eles conheciam, procurando pela hóspede do apartamento 604 (isso eu lembrava !!). Até que me acharam registrada no Copacabana SOL!!. Ah, vai, até que é parecido, né?
Durante dois dias, fiz um esforço sobre-humano para não estar só de corpo presente durante a reunião de trabalho. E para não ficar mal com a chefe, troquei a minha passagem de volta, que estava marcada para as 17h, para as 20h. Tive que pagar 100 reais de multa, mas não ia sair cedo da reunião depois de ter embarcado no meio da tarde para o Rio, não é? Well, um olhar mais atento à passagem me mostrou que havia confundido o horário de chegada no Rio com o horário de partida para Brasília. E que na verdade, havia pago 100 reais para trocar seis por meia dúzia, pois a passagem de volta estava marcada originalmente para 20h... Ai, ai, ai.
Finalmente pude ir embora e sair daquela tortura. Mas, para adicionar um pouco mais de emoção à viagem, perdi meu cartão de embarque e tive que percorrer umas dez lojas com o sapato apertado, a vinte minutos do vôo sair. É lógico que o avião estava atrasado e meu stress foi à toa.
Para terminar, meu demaquilante da Boticário (que eu amei) derramou todinho dentro da mala, PORQUE EU NÃO FECHEI DIREITOOOOOOOOOOO.
Sinceramente, espero que seja lá o que eu tenha comido ou bebido, já tenha perdido o efeito, porque outra dessas eu não aguento!
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